sábado, 6 de fevereiro de 2010

Origem da família Batista

Batista - A origem mais remota desta família encontra-se entre os italianos que formaram os primeiros Cavalcanti: Baptista Cavalcanti, avô do famoso Filipe Cavalcanti. Apesar de não haver dados sobre como ela chegou aqui, ressaltamos que a família Batista no Brasil é numerosa. Vários nomes de destaque pertencem a esta estirpe: Caetano de Almeida Nogueira Batista, filólogo e estudioso do índio brasileiro, século XIX; Dircinha Batista (Dirce Grandino de Oliveira, filha do ventríloquo João Batista de Oliveira), cantora popular; Francisco de Paula Batista, político e jurista pernambucano; Henrique Antônio Batista, militar carioca, autor de valiosos trabalhos sobre balísticas e inventor de diversos artefatos de guerra usados na Guerra do Paraguai; Manuel Gomes Batista, sertanista, percorreu Rio Pará e o São Francisco em busca de ouro no século XVIII. É comum encontrar entre os Cavalcanti o nome Batista, podendo indicar também que as famílias se formaram ao mesmo tempo ou talvez tiveram a mesma origem.
Destacamos também, nesta família, a figura da poetisa Ana Nogueira Batista, nascida em Icó(CE) no ano de 1860 e falecida na capital cearense no ano de 1967. Apesar de ter sido educada no interior do Ceará, em Icó, aprendeu a falar francês e, aos nove anos, já lera a obra “L´histoire dês girondins” e era solicitada como intérprete para os poucos viajantes estrangeiros que chegavam naquela região. No final da década de 1880 já residia em Fortaleza, onde participava ativamente dos movimentos intelectuais da época, colaborando para a imprensa e traduzindo obras francesas para publicação nos jornais do Ceará. Um de seus poemas, “Ao amanhecer”, foi musicado por Alberto Nepomuceno.
Mais iformações sobre Ana Nogueira Batista (clique em seu nome)

Origem da família Paiva

Paiva - A família Paiva é de origem toponímica, pois o arroio Paiva é um afluente do Rio Douro, famoso em Portugal e cuja região é cheia de tradições históricas. Há menção à batalha de Ouriques (de Dom Henriques contra os mouros, século XII), fazendo-nos supor que esta família data daqueles tempos. Também há uma versão que a data dos antigos tempos romanos, mas sem dados concretos que mostrem haver uma continuidade genealógica deste aquela época. Os nomes, meio estranhos, também nos fazem lembrar muito mais a Idade Média portuguesa. O certo é que se origina de uma das cinco grandes linhagens portuguesas, uma das mais remotas a que foi gerada por Dom Arnaldo de Baião, Senhor de Baião, que teve vários filhos, entre os quais Dom Guido Araldes, senhor de Aguiar de Sousa e do Paço de Sousa, havido em dote por casamento com D. Leonguida Soares, filha de Dom Soeiro Echigues. Deste nasceu Dom Trocosendo Guedes, chamado de “Paiva de Riba do Douro”, que casou com D. Toda Hermigues, filha de Dom Hermigo Alboazar, da qual houve filhos, sendo um deles Dom Pedro, que do seu matrimônio com D. Toda Hermigues teve Dom Paio Pires Romeu, que de sua mulhar, D. Goda Soares, filha de Dom Soeiro da Maia, “O Bom”, e de sua mulher, D. Elvira Nunes das Astúrias, houve Dom Soeiro Peres de Paiva, chamado Dom Soeiro Mouro. Casou este Dom Soeiro Peres com D. Urraca Mendes de Bragança, viúva de Diogo Gonçalves, morto na batalha de Ourique, a qual consta ter sido muito formosa e era filha de Dom Mem Fernandes de Bragança e de sua mulher, D. Sancha Viegas de Baião, nascendo do matrimônio João Soares de Paiva, “o Trovador”, que se consorciou com D. Maria Anes, filha de João Fernandes de Riba de Vizela e de sua mulher, D. Maria Soares, com geração.
O apelido foi tomado do senhorio de Paiva, que possuíram, e as armas que lhe pertencem são: De azul, com três flores-de-lis de ouro alinhadas em banda. Timbre: uma aspa de azul, carregada de duas flores-de-lis de ouro nas pontas de cima ou de uma só flor no centro. Como é óbvio, no entanto, o uso daquele nome como apelido só viria a dar-se algumas gerações mais tarde, e com João Soares de Paiva, “o Trovador”, que viveu mais ou menos entre 1275 e 1325

Origem da Família Cavalcanti

Cavalcanti ou Cavalcante- Família originária da Itália, que se diz ter vindo da França antes do século XIV. A prova da antiguidade da família é constatada por Guido Cavalcanti, nascido em Florença por volta de 1255, poeta famoso, precursor de Dante Alighieri na literatura renascentista denominada “dolce stil nuovo”. Baptista Cavalcanti, ilustre fidalgo de Florença, muitos anos depois de Guido, casou-se com Francesca Achioli, filha de Zenóbio Achioli e de Catarina Delfim. Tiveram como filhos Rodrigo e Antônio Cavalcanti, o primeiro dos quais foi morar em Castela, onde deixou nobre descendência. O outro, Antônio Cavalcanti, teve como filho Filipe Cavalcanti, que mudou-se para Portugal e de lá para o Brasil.
Filipe Cavalcanti foi acolhido em Pernambuco por Duarte Coelho e seu cunhado Jerônimo de Albuquerque, por volta de 1548. Jerônimo de Albuquerque era casado com uma princesa indígena, D. Maria do Espírito-Santo Arco-Verde, tendo deixado uma numerosa geração de 24 filhos. Foi dela que se originou a família Cavalcanti Arcoverde. Casou-se, então, Filipe Cavalcanti com uma das filhas de Jerônimo de Albuquerque e Maria de Arco-Verde, D. Catarina de Albuquerque, daí se originando a estirpe dos Cavalcanti de Albuquerque. Filipe e D. Catarina tiveram onze filhos.
Diz-se que os pais de Filipe Cavalcanti eram descendentes do Duque Cosme de Médici (chamado Cosme I) e de Giovanni Cavalcanti mais D. Genebra Manelli (ou Magnelle). Daí haver o mesmo Felipe recebido título de nobreza do referido Duque em 23.8.1559.
Jaboatão diz que por causa de uma conjuração, que fez com seus parentes Holdo Cavalcanti, Randolfo Pucci e outros, contra o duque Cosme de Médicis, fugiu para Portugal, e não se dando por seguro na Europa passou a Pernambuco.
Em torno de 1578 diz dele seu compatrício e conhecido Filipe Sassetti, que perambulava em Portugal, em carta a um amigo de Florença: “É homem de grande autoridade e que se impõe a todos, até mesmo ao governador. Dizem tem grande estado, com muitos pajens e cavalos, e gasta por ano mais de cinco mil escudos. Seu negócio é de engenhos de açúcar”. (J. Lúcio de Azevedo, Viagens de um florentino a Portugal e à Índia, séc. XVI, in Rev. de Hist. 13º vol., pág. 113, Lisboa, 1924).
De seu consórcio com D. Catarina nasceram onze filhos. A data de sua morte não se apurou ainda; sabe-se que de alguns anos sobreviveu ao sogro e precedeu à esposa, que em 4 de junho de 1614 lhe foi fazer companhia na mesma sepultura, na matriz de São Salvador, em Olinda.
(cf. “História Geral do Brasil” – vol. I, pág. 297, Francisco Adolfo de Varnhagen).
Há um ramo da família que trocou o "i" final por um "e", talvez por puro brasileirismo, como ocorre, por exemplo, com alguns nomes como Giovani, que são modificados no momento de se registrar os filhos nos cartórios.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ex-Católicos, voltem para casa!

As origens do cangaço

Do blog Quodlibeta
Conforme Dom Duarte Leopoldo e Silva , a revolta pernambucana de 1817, foi uma revolução de padres. A lista dos que participaram do movimento abrange, no avultado número, cônegos e governadores do Bispado, vigários e coadjutores, regulares e seculares, dos quais dois se suicidaram, quatro foram supliciados e muitos condenados à pena comum de prisão.
Entre os prisioneiros havia 57 religiosos. Todos ou quase todos esses padres eram membros das sociedades secretas, reunidas sob as denominações de “academias” ou “areópagos”, onde se cultivavam as idéias libertárias da Revolução Francesa. Tem-se dito que essas lojas maçônicas eram simplesmente “nacionalistas”, como ao depois pretenderam e pretendem se passar como simples entidades filantrópicas. Como quer que seja, é certo que, à sombra do mistério que as envolvia, se desenvolveram doutrinas absolutamente contrárias à ortodoxia católica que, a seu tempo, se encontraram em campo aberto contra a Igreja.
Dom Duarte comenta em sua obra que “o espírito de tolerância que, então como hoje, apregoavam os adeptos dos “mistérios democráticos”, bem lhes serviu para iludir incautos e até sacerdotes, ilustres talvez nas ciências profanas, mas ignorantes das ciências eclesiásticas, pouco ou nada cultivadas em um país que não possuía seminários regulares bem dirigidos. Os poucos que, em Portugal, iam beber as ciências eclesiásticas, voltavam ainda mais contaminados”. A fumaça de Satanás, no dizer de Paulo VI em relação à crise religiosa do século XX, já penetrava no santuário desde longas datas, como se vê.
Por diversas cidades nordestinas, do interior e das capitais, pregavam essas dezenas de padres a revolta libertária e a implantação de uma república. Da mesma forma como no século XX o clero progressista pregava a Teologia da Libertação, com a diferença que hoje pregam o socialismo utópico enquanto naqueles tempos apregoavam a derrocada da monarquia e a implantação da república.
O centro daquele movimento era uma loja maçônica denominada “Areópago de Itambé”, criada no fim do século XVIII pelo padre Arruda Câmara. Este religioso teve sua formação religiosa inteiramente deturpada pelos ideais libertários da Revolução Francesa, ainda fumegante, e que a trouxe para o seminário de Olinda, fundado por ele em 1800 e tinha na sua direção outro padre revolucionário, Miguel Joaquim de Almeida Castro, estreitamente ligado ao “Areópago de Itambé”. O movimento era contestatório contra Dom João VI e diz-se que agia sob a inspiração de Napoleão Bonaparte. Na mesma época, o desventurado falso imperador estava preso na Ilha de Santa Helena, muito próxima do Brasil, o que inspirou aos idealizadores do “areópago” um plano para libertá-lo e aclamá-lo como nosso imperador.
O movimento fracassou, como se sabe, e os cabeças foram punidos. Mas, quais as seqüelas deixadas na região onde pregaram, e até pegaram em armas, tais sacerdotes? De tudo isto resultou, naquela região, a disseminação de uma grande centelha de ódio, a violência entre famílias, o espírito de vingança e, finalmente, o tão famigerado cangaço!
Um dos membros da agitação foi o sub-diácono José Martiniano de Alencar, pai do famoso romancista do mesmo nome, filho de Bárbara de Alencar, ardorosa revolucionária da cidade do Crato, no Ceará. Posteriormente, o sub-diácono foi ordenado sacerdote, teve vida irregular como religioso, casou-se, foi suspenso de ordens, e participou de outro movimento revolucionário em 1824, a “Confederação do Equador”, também liderada por um padre.
Quando estourou a revolta de 1817, com Bárbara de Alencar e seu filho como os principais mentores dela na cidade do Crato, houve muita violência e mortes. Destas escaramuças se originaram rixas de famílias que perduraram por mais de um século, e algumas perduram até hoje.
Conforme o escritor cearense Nertan Macedo, especialista em Lampião, o cangaço não teve origem no século XX, mas desde os primórdios do século XIX, exatamente logo após a revolta de 1817. Os revoltosos que fugiam das tropas do governo se embrenhavam pelas matas e passavam a levar vida de bandidos, saqueando e matando. Nertan Macedo pesquisou em detalhes a origem do bando de Lampião, que começou na cidade de Flores (PE). Um dos patriarcas da cidade, que era um capitão-mor das ordenanças, chamado Joaquim Nunes de Magalhães, foi assassinado no ano de 1838 por um da família dos Carvalho. As divergências entre estas duas famílias vinham desde o tempo da guerra de 1817, quando elas se dividiram entre conservadoras e liberais, a favor e contra a monarquia.
No entanto, o cangaceiro mais antigo de que se notícia é Jesuíno Alves de Melo, ou “Jesuíno Brilhante”, morto no ano de 1879. Não se sabe mais detalhes, diz-se apenas que nasceu em 1844, no Rio Grande do Norte, mas não se fala se já aderiu a algum bando de cangaceiros que existia por lá ou se formou um deles. Isto não impede que a tese de Nertan Macedo não esteja correta, pois é bem provável que todo cangaceiro, a maneira de Lampião, já encontrara um bando formado e a ele aderira, tornando-se o mais esperto a ser o líder do grupo. Assim, passados apenas algumas décadas após as revoluções de 1817 e 1824, seus reflexos podem muito bem ter originado o surgimento desses bandos de criminosos, só tomando forma definitiva de cangaço na época de Jesuíno Brilhante.
O grupo dos Pereira assumiu, logo após aquelas revoluções, a direção de um bando que se refugiava nas matas para evitar o confronto direto com a família rival. Ao longo dos anos, este grupo foi crescendo e ficando famoso por suas ações criminosas, ataques a fazendas, saques e assassínios. Da guerra entre famílias se passou facilmente para o cangaço. Quando Lampião assumiu a direção de seu grupo já contava este com 67 homens, dirigidos sempre por indivíduos mais aguerridos e líderes, que se sucediam ao longo dos anos. Quem foi o antecessor de Lampião? Não se sabe, não se fala quem foi porque não há dados, ninguém ainda fez uma pesquisa sobre o assunto.
Vimos, então, que a atuação do Clero revolucionário nada mais fez do que acender uma centelha de ódio, alimentando rixas de famílias sob o pretexto da revolução libertaria. É o fruto mais remoto da atuação de tais religiosos que tão tristes recordações deixaram no Brasil: a de terem inspirado a vida aventurosa e criminosa de cangaceiros. Diz-se, inclusive, que alguns apetrechos da indumentária dos cangaceiros, como o chapéu virado com a aba para a frente e as cartucheiras cruzadas no peito, foram inspirados nos soldados de Napoleão, o pretenso protetor do “Areópago de Itambé”.

Bibliografia

• “O Clero e a Independência” – Dom Duarte Leopoldo e Silva – Centro Dom Vital, Rio, 1823.
• “História do Brasil” – Luiz Koshiba e Denize Manzi Fryze Pereira – Atual Editora.
• “A Vida de José de Alencar” – Luís Viana Filho – Livraria José Olympio Editora, 1978.
• “Capitão Virgulino Ferreira Lampião” – Nertan Macedo – Editora Leitura S. A.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Membro da família Fernandes é destaqque no tênis mundial

MELBOURNE - O alagoano Tiago Fernandes, de 17 anos, se sagrou campeão juvenil do Aberto da Austrália neste sábado. O título histórico foi alcançado com a vitória sobre o australiano Sean Berman, por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3, na decisão do primeiro Grand Slam da temporada.

Com a conquista, o brasileiro se igualou a Gustavo Kuerten, Maria Esther Bueno (simples e duplas) e Thomaz Koch (duplas mistas), que também já faturaram um torneio deste nível. O último a levantar o troféu foi Kuerten, em 2001, ao levar o tricampeonato de Roland Garros.

Fernandes, que completou 17 anos há dois dias, se tornou também o segundo brasileiro a vencer na Austrália. Somente Maria Esther havia sido campeã em Melbourne, em 1960, nas duplas. O alagoano foi ainda o primeiro brasileiro a levantar o troféu no juvenil.

"É um Grand Slam, e eu estou muito feliz por ser o campeão", comemorou o tenista, que foi comparado à Gustavo Kuerten pela imprensa estrangeira. Para alcançar tal feito, Fernandes precisou reagir no início do jogo deste sábado, após estar perdendo por 2 games a 0. O brasileiro virou para 3 a 2 e aproveitou os erros do adversário para vencer a primeira parcial.

No segundo set, o alagoano abriu vantagem no começo, ao fazer 3 a 0. Na sequência, chegou a perder o saque, mas se recompôs e faturou a parcial, fechando a partida após 1h50min.

Ficha ainda não caiu

Deitado num quarto de hotel em Melbourne, na Austrália, a quase 15 mil quilômetros de casa, ainda era difícil perceber a importância do que tinha acabado de acontecer. Pouco mais de 24 horas depois de se tornar o primeiro brasileiro a conquistar um Grand Slam juvenil, Tiago Fernandes aos poucos começa a entender o tamanho do feito que alcançou ao vencer o local Sean Berman e ficar com o título do Australian Open. Para o jovem alagoano, no entanto, a exata noção dos fatos só virá à tona quando for recebido pela família, no Brasil.

- A ficha está começando a cair, mas ainda não caiu. Acho que vai melhorar quando eu chegar ao Brasil e encontrar minha família. É um título muito importante. Eu joguei bem, tive uma boa semana. Fui me sentindo bem com o tempo, venci alguns jogos duros. Espero continuar assim daqui para frente – disse Tiago, de 17 anos, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.

O alagoano se sentiu confiante para buscar o título desde sua chegada a Melbourne. Vitória após vitória, aumentava a sensação de que realmente poderia chegar lá. Em quadra, viu que a conquista estava próxima no início do segundo set, quando percebeu o desânimo de Berman, atrás no placar.

- Quando ganhei o primeiro set e abri 3/0 no segundo, comecei a ver que o cara estava baixando a cabeça. Acho que nesse momento eu comecei a pensar que seria campeão. Eu estava preparado para jogar, tinha treinado bastante. A gente sempre espera chegar a um momento assim - afirmou o jovem.

A ascensão de Thomaz Bellucci e a conquista do alagoano Australian Open podem indicar um novo momento do tênis brasileiro. Tiago perde calma, mas sabe que o título pode levar os tenistas brasileiros a novos tempos.

- Acho que o título vai ser importante. Vai ser legal para incentivar quem está começando a jogar. Espero que ajude – disse.

O plano agora é treinar. Tiago explica que precisa melhorar em alguns pontos daqui para frente. Para ganhar experiência, planeja aumentar o número de participações em torneios profissionais, como o Brasil Open, na Costa do Sauípe, seu próximo compromisso.

- Tenho que trabalhar a parte física, treinar bastante saque e melhorar nas jogadas de fundo. Neste ano, eu vou começar a jogar alguns torneios entre os profissionais. No ano passado, já joguei alguns futures (torneios profissionais de menor premiação) no Brasil. E agora eu vou aumentar o número, jogar alguns futures e challengers.

Os sonhos para o futuro, claro, vão além. Tiago deseja estar entre os melhores, poder disputar de igual para igual novos títulos de Grand Slam mesmo entre os profissionais. Sempre com o pé no chão.

- Espero que eu consiga continuar o meu trabalho. Se fizer tudo certo, continuar treinando bem, meu sonho é ser um jogador profissional bem conceituado lá fora. Sei que, agora, estou muito feliz – conclui.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Os motivos ocultos da propalada pandemia de gripe suína

Agora começa a clarear quais os verdadeiros objetivos da mídia ter feito tanto clamor sobre o recente surto de clima suína. Vejam no vídeo abaixo o que estaria por trás de tudo isso.
No primeiro vídeo, uma tentativa de explicação do uso financeiro das indúsitrias farmacèuticas, especialmente para a venda de vacinas. No segundo, a ex-ministra da saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, fez uma denúncia muito grave. Já se viu muitas vacinas serem denunciadas como instrumento de esterilização de populações. Esta trama é antiga, já houve sérias denúncias comprovadas contra o governo indiano que imunizou milhões com vacinas. No Brasil, recentemente, denunciou-se que a inútil vacina contra a rubéola tinha caráter também esterilizador. Nada se apurou e, talvez, só daqui a muitos anos poderá se mensurar até que ponto essa esterilização afetou a população brasileira. O curioso é que este tipo de imuização esterilizadora só tem sido tentada em países em desenvolvimento ou do chamado "terceiro mundo", cuja população é a única a crescer no mundo. Agora vem a vacina contra a "gripe suína", que a Dra.Rauni Kilde, ex-ministra da saúde da Finlândia, teve a coragem de denunciar como mais uma tentativa de esterilizar a população, desta vez aos billhões.


domingo, 24 de janeiro de 2010

Mais uma formatura em nossa família


Tomamos conhecimento de que, em Belém do Pará, uma neta do Neto festejou sua formatura: trata-se da Núbia, filha do João Francisco e da Josy que, no último dia 22, recebeu o "canudo" em Belém na área de Gerência Empresarial, uma atividade muito promissora. Aqui estão nossas felicitações para a nova formada, desejando-lhe sucesso em sua nova carreira. Nossos parabéns para toda sua familia, o pai, João Francisoc, e a mãe, Josy Batista. Quem quiser ver as fotos de sua formatura é só acessar o álbum ao lado, na coluna da dirfeita. Aqui vai a pergunta em forma de pesquisa: quantos netos e bisnetos de D. Raimunda já concluíram o curso superior?