Em entrevista concedida à Folha de São Paulo no último dia 4 pelo ministro Ayres Brito, há nas declarações daquele cidadão um amontoado de preconceitos contra a moral, principalmente a moral religiosa e familiar.
O discurso do ministro Brito fala em igualdade de direitos e defende a idéia de princípios a fim de preencher o que dizem ser as lacunas da lei. Quando se trata de princípios ele se preocupa, em tese, nos “princípios da moralidade” ao se referir ao problema do nepotismo (uma hipocrisia que não evitou Dilma nomear como sua ministra a esposa de um outro ministro). Então tais princípios da moralidade só servem para um lado, não servem para a moralidade familiar, muito mais importante para a vida do país?
Neste último caso, Brito e sua turma fazem vistas grossas de princípios morais: para eles a moral só serve para a política (mesmo assim cheia de hipocrisias, como vimos). Sem moral, a verdadeira moral, que trata de pudor, de respeito mútuo, de honestidade principalmente entre casais, nossa sociedade nunca vai ser justa e nem honesta, muito menos democrática.
E qual foi o público de seu discurso? A massa da população brasileira ou uma minoria de ativistas e a mídia? Basta ver quem lhe bate palmas – gente sem moral, como ele e sua turma de ministros. A maioria, a grande maioria do nosso povo (a quem deveria interessar suas decisões) fica silenciosa perante seu discurso disparatoso; justamente aqueles a quem a lei deveria defender e proteger são os que menos têm voz e vez nestes debates em que o ministro fala tão comodamente como se fosse um mero demagogo de palanque.
E o grande prejudicado nisso tudo é a família. A família que ele e sua turma definem como um mero ajuntamento de duas ou mais pessoas, como se fossem animais irracionais, sem base em princípios morais, mas apenas sob o bafejo de “princípios” supostamente igualitários de uma minoria barulhenta. Minoria que não representa, de longe, a décima parte da população. Enquanto essa grande maioria silencia, não se faz ouvir pelos seus legítimos representantes, a outra parte, a minoria barulhenta aplaude as medidas sinistras do STF. E eles, guiados pelo chefe, entufam o peito e julgam-se senhores plenipotenciários para decidir sobre princípios, sobre moral, sobre constituição, ditando, a seu talante, não a realidade de tais princípios (que é a vida da população), mas apenas o que dizem as vozes minoritárias de ativistas homossexuais e quejandos...
Nunca vi tanta superficialidade ao tratar de assuntos tão importantes para a moralidade pública de nossa democracia. Os ministros estão ali para interpretar a Constituição. Ora, se essa interpretação for errada a quem devemos recorrer? A eles mesmo? E quem vai interpretar o que eles fazem, se está errado ou certo? É muito fácil para o Dr. Brito dizer que “a Constituição se faz autoaplicável”, querendo com isso justificar seus erros. E quem vai julgar sobre isso é o próprio STF? Então estamos realmente perdidos...
Em suma: o ministro já avisou que vão aprovar o aborto e a punição dos que “ofendem” os homossexuais (uma minoria privilegiada que pretende ter direito à lei específica para quem a ofende), após ter legalizado a propaganda em favor das drogas e a espúria união homossexual. E tudo isso eles vão decidir de costas para o povo brasileiro, procurando apenas ouvir os aplausos de ativistas políticos. E ainda, por cima de tudo, ameaçam os deputados e senadores dizendo que, se quiserem, eles é que terão de alterar a Constituição para adequá-la à suas esdrúxulas decisões. O que falta para o STF acabar com o que resta de respeito em nosso país?
A respeito da decisão do STF veja importante artigo de Ives Gandra Martins, um dos mais respeitados juristas e constitucionalista brasileiro, no blog DOM LUIZ BERGONZINI.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O autismo seria "fabricado" somente nos EUA?
Recentemente, um psicólogo espanhol lançou uma frase como se fosse uma descoberta ao designar um novo comportamento humano: ele chamou de "autista consentido" àqueles que, frutos da educação pela imagem (cinema, TV e internet), passam a viver num mundo interior, inteiramente indiferentes ao mundo externo, numa vida completamente "virtual". E quando acordam desta "solonência" interior e virtual passam a agir segundo seu mundo de imaginação. Daí surgiu uma nova comunidade mundial denominada de "freaks". A propósito, vejam os vídeos que circulam no Youtube sobre o autismo, especialmente como moléstia que cresce nos EUA.
domingo, 17 de abril de 2011
O cajueiro botador
HISTÓRIA DO CAJUEIRO DA MENTIRA OU CAJUEIRO BOTADOR
"O Cajueiro Da Mentira ou Cajueiro Botador ficava na Praça do Ferreira do lado da Rua Floriano Peixoto, aproximadamente entre a delegacia de Polícia (hoje o Palacete Ceará) e a telefônica (hoje Livraria Alaor), por trás da parte urbanizada em 1902 por Guilherme Rocha, onde ficava o Jardim Sete de Setembro. A foto mais antiga, que data aproximadamente de 1907, traz um dos momentos de reunião dos habitues da Praça do Ferreira que no Cajueiro da Mentira ou Cajueiro Botador, contavam suas histórias, seus "causos", seus contos, enfim, dão vazão a seus espíritos criativos. Todos os dias 1º de abril à sombra do "Cajueiro Botador" havia uma sessão de mentiras e em seguida a eleição do melhor dos mentirosos, tudo feito festivamente, com urna pendurada no tronco da árvore, tudo enfeitado de bandeirinhas de papel colorido, fogos a valer, música tocada por parte de alguma banda da polícia ou de outra corporação. A bebida não faltava e o café mais próximo ao cajueiro era o Café Java, que no dia tinha cerveja à vontade. À noite o nome do vitorioso era colocado escrito em placa no tronco do cajueiro, sendo na hora homenageado com discursos, aplausos, risos, palmas, mas havia os que não gostavam da brincadeira e apupavam. A brincadeira, de acordo com Raimundo Girão, iniciou-se em 1904, sendo iniciada por Álvaro Weyne, Antônio Martins, Henrique Cals, José Raimundo Costa, Porfírio da Costa Ribeiro, todos comerciantes na Rua Floriano Peixoto em frente à Praça do Ferreira. Outros elementos engrossaram a fila dos "mentirosos", todos ilustres, como Amâncio Cavalcante, Leonardo Mota, Eurico Pinto, Gérson Faria, William Peter Bernard, Ramos Cotoco, Chamarion, Carlos Severo, Gilberto Câmara, Quintino Cunha, o Rochinha da farmácia e o Pilombeta, conforme nos diz Otacílio de Azevedo em seu "Fortaleza descalça". Em 1920 a praça foi reformada, na gestão do prefeito Godofredo Maciel e foram banidos os quiosques dos cafés e também o "cajueiro botador", assim chamado por dar frutos o ano inteiro. A segunda foto, batida por Nirez, é do mesmo local quando da existência da praça feita na gestão do prefeito José Valter Cavalcante. No local existe hoje, conforme pode ser visto na foto de Osmar Onofre, uma placa que diz: "Neste local existiu um frondoso cajueiro que por frutificar o ano todo era apelidado "Cajueiro Botador", ou por se realizarem, sob sua copa, cada 1º de abril as eleições para o maior "potoqueiro" do Ceará, era também chamado de "cajueiro da mentira". Abatido, em 1920, com a reforma do logradouro, então realizada, foi em sua memória plantado este novo cajueiro, quando da restauração da praça, na administração Juraci Magalhães". Só que o cajueiro ali plantado há muito morreu e não foi plantado outro, restando apenas a placa. Será mais uma mentira do cajueiro?"
Fonte: Ceará Notícias
Hoje, o "Cajueiro Botador" é objeto até de placa comemorativa, como se vê acima. segunda-feira, 7 de março de 2011
CARNAVALCANTE
As inovações do carnaval vão longe: na pequena cidade de Cavalcante, em Goiás, a festa se denomina CARNAVALCANTE em alusão ao nome da localidade. A prefeitura lançou o seguinte convite para a festa:"Olá a Todos e com grande satisfação que convido a todos (as) para o melhor Carnaval da Chapada dos Veadeiros. Desde 2009 estamos trabalhando com o apoio do nosso padrinho e mestre Carnavalesco Joãosinho Trinta e para este ano já temos um aviso dele: "Quero estar no Carnaval em Cavalcante" com essa afirmação os Blocos de Carnaval de Rua: Unidos do Lava-Pés, Só Nóis e Mais Ninguém, Bloco dos Pé Inchados e Kalunga Alegria da Terra, já se preparam para fazer bonito durante os desfiles.
Esse ano o Carnavalcante 2011, como sempre, traz a tradição do verdadeiro carnaval com marchinhas, Matinês, e a Charanga que faz a puxada do Frevo, além é claro dos desfiles dos blocos que abrilhantam o caranava
Espero todos vocês para pular, brincar um caranval saudável e para todas as idades e relaxar nas deliciosas paisagens e cachoeiras de Cavalcante na Chapada dos Veadeiros".
Esse ano o Carnavalcante 2011, como sempre, traz a tradição do verdadeiro carnaval com marchinhas, Matinês, e a Charanga que faz a puxada do Frevo, além é claro dos desfiles dos blocos que abrilhantam o caranava
Espero todos vocês para pular, brincar um caranval saudável e para todas as idades e relaxar nas deliciosas paisagens e cachoeiras de Cavalcante na Chapada dos Veadeiros".
quinta-feira, 3 de março de 2011
O último aniversário de "seu" Batista
Uma das recordações mais emocionantes para nós, parentes do Sr. Batista, nos foi guardada, e agora mostrada, por nosso irmão João Batista Neto. Trata-se de seu último aniversário, comemorado no dia 15 de novembro de 1994, pouco mais de dois meses antes de seu falecimento.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
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