Eis mais um vídeo com cantos gregorianos. Desta vez, trata-se do canto "Adoro te Devote", de autoria de São Tomás de Aquino e composto em honra da Eucaristia. Para dar maior beleza, estão acompanhados de piedosos comentários do padre João Clá, Presidente Geral dos Arautos do Evangelho, cujos monges eremitas entoam o cantochão. Quem quiser assistir outros gregorianos ou maravilhosos clássicos é só clicar aqui http://www.tv.arautos.org.br/
domingo, 27 de abril de 2008
Gênio já aos dois anos de idade
Dizem que a genialidade não tem idade. Apesar de estar em inglês, é fácil entender o que dizem os pais e a filha. Lilly, com apenas dois anos de idade, responde sobre o nome das capitais de vários países do mundo. Erra apenas um: o do Paraguai.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Depoimento da Gracinha, sua psicologia e visão da vida

Abaixo transcrevemos um depoimento em que a nossa querida Gracinha traça o seu perfil psicológico. Feito em 15 perguntas e respectivas respostas, ele pode servir até para que possamos meditar também nós sobre o assunto. O texto, encontrado entre seus papéis após sua morte, pode ter sido oriundo de algum treinamento de relações humanas de seu trabalho ou de alguma meditação grupal, não se sabe.
Pergunta n. 1- Você é feliz? Por quê? Você alegra o ambiente onde está?
Resposta:
Considero a palavra “feliz” muito complexa. Podemos nos considerar feliz por uma só razão ou várias. Então infeliz por outras várias razões. Eu sou feliz porque tenho vida e força, dois filhos bonitos, perfeitos e sadios que tornam meus dias mais fortes. Sou feliz porque tenho um lar, e também sou feliz porque sei e acredito que Deus existe. Poderia enumerar “n’ razões para justificar ou para provar que sou uma pessoa feliz. Mas, baseada apenas numa frase, posso dizer que não sou completamente feliz: “ainda não me encontrei”. Considero chave esta frase para que alguém se julgue feliz espiritualmente. E acredito que poucas pessoas conseguiram dizer sinceramente, sem hipocrisias, antes de morrer, “eu me conheço”. Mas, apesar disso, respondendo à terceira pergunta, sinto-me feliz quando consigo alegrar o ambiente onde estou e quase sempre consigo.
Pergunta n. 2- Você é uma pessoa servidora ou serve apenas por interesse?
Resposta:
Gosto de ser útil, não com interesses materiais. Sempre que sirvo a alguém estou tentando dizer àquele alguém que o amor existe e que servir é amor. Gosto de ouvir alguém me dizer “obrigado”. Talvez isto seja uma forma de interesse, que alguém saiba que eu existo, saiba que sou útil. A verdade é que servir a outras pessoas é algo que faço com muito prazer.
Pergunta n. 3- Você se preocupa com os outros? Você quer que os outros estejam preocupados com você?
Resposta:
Me preocupo, sim; até com os animais, os bichos mesmo. Quanto a querer que os outros estejam ou não preocupados comigo é muito relativo, depende muito do meu estado de espírito. Às vezes isto acontece quando estou carente.
Resposta:
Sou. Porque busco nas pessoas valores interiores, e faço restrições muito sérias para considerar que alguém seja meu amigo(a). Restrições estas que não estão baseadas em preconceitos de cor, classe ou posição social, mas numa bagagem espiritual rica. Às vezes encontramos pessoas de cultura elevada, cuja alma é tão suja quanto uma pocilga. Não que eu esteja em posição de julgar outras pessoas, pois sou tão pequena quanto qualquer outro ser mortal existente sobre a terra. E não quer dizer também que a minha alma seja pura, cheia de bondade, mas luto, conflituo-me sempre, para que ela não se prenda ao rodapé da vida.
- Você reconhece os seus defeitos? Quais são os principais?
Resposta:
Alguém já falou que é tão difícil enumerarmos nossas virtudes quanto o é enumerarmos nossos defeitos. Tenho muitos defeitos e não saberia, ou não conseguiria, falar de todos eles numa resposta que deve ser simples. Porém existe um, muito grave por sinal. Tenho um temperamento muito forte. Sou agressiva. Sou capaz de odiar com a mesma intensidade que amo. Embora esse ódio não dure muito tempo. Nunca consegui odiar alguém para sempre. Mas naquele momento de raiva meu desejo é esganar, matar mesmo.
Resposta:
Como falei acima, muito difícil. Na verdade, não sei quais são minhas qualidades que mais se destacam. Mas as pessoas falam sempre que tenho muita “garra” e muita coragem. E tem uma coisa que gosto muito em mim, apesar do meu temperamento agressivo consigo quase todos os meus objetivos e também tenho muita facilidade de conviver com os outros.
Resposta:
Autenticidade. Amo, adoro ver alguém assumir o seu eu verdadeiro, nunca fugir às suas origens, falar sem artifícios. Infelizmente só encontramos este tipo de pessoa nas camadas sociais mais baixas ou nas pequenas cidades, onde as pessoas ainda não foram atacadas pela sede do poder, do ter. Ou, ainda, nas crianças.
Resposta:
Procuro. Jamais fui trancada. Gosto de falar dos meus conflitos, meus problemas, discutindo com alguém.
Resposta:
Sou calma e agressiva. Não sei se dá para alguém entender alguém ser calmo e agressivo ao mesmo tempo. Acho que sou um produto do meio. Gosto quando sou calma, mas meu temperamento às vezes é mais forte, torno-me agressiva. Arrependo-me logo em seguida, é claro, pois a agressão nunca obtém bons resultados.
Resposta:
Não, eu não sou quadrada. Se alguém diz que sou quadrada porque não sou a favor da libertinagem, de vícios, de droga e outras coisas que arrastam o homem a um grau menor da vida, aí eu afirmo que sou e gosto e faço questão de ser quadrada.
Resposta:
Gosto de viver em grupo. Gosto de participar de qualquer comunidade onde haja fraternidade e amor.
- Você gosta de conversar? Fala muito? Faz depressa amizades?
Resposta:
Gosto de conversar, sim. Falo muito e consigo conquistar as pessoas com muita facilidade.
Resposta:
Sempre tive minhas próprias iniciativas. Sou filha única, entre sete irmãos homens. Devia ter tudo para ser uma pessoa dependente de outros, mas aos 22 anos de idade resolvi que devia trabalhar e caí em campo. Consegui meu primeiro emprego sozinha, sem interferência de ninguém, apenas com um anúncio de jornal.
Resposta:
Sei, sim. Segredo é segredo. A própria palavra já diz tudo e eu respeito o sentido dela.
Resposta:
Ser mãe. Não fazer uma boa escolha para meu casamento.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Homenagem póstuma de um filho (V)
fazer valer, o melhor possível, aqueles projetos iniciais.Nessas duas fases: primeiro, no esforço, preocupação, temores, dúvidas, incertezas quanto aos filhos que vão nascer, que vão ser gerados; em seguida, a luta para bem conduzi-los, o doar-se por eles, com abnegação, se preciso, literalmente, por eles dar até o sangue, sentimos que o pai vai além do herói, já que este é o semideus de uma determinada façanha, e aquele é o próprio “deus” de toda uma vida, ou a vida toda.
Surge-me aqui uma terna lembrança de uma etapa de minha infância. Todos os domingos ia ouvir[1] missa na igrejinha de Nossa Senhora Aparecida, acompanhado de meu pai. Na base do altar, um pelicano alimentava os filhotes com o sangue que retirava através de bicadas no peito. Os antigos viram a ave abrir o bico para alimentar os filhos e acharam que retirava o produto de suas próprias entranhas. Passaram a considerá-lo símbolo do amo
r maternal abnegado. A Igreja contemplou tão bela simbologia e disse: é o próprio Jesus, que deu Seu sangue para redimir os filhos, e chamou-o de “Pio Pelicano”, isto é, Piedoso Pelicano. Eu ficava a observar, curioso, durante a cerimônia, aquele alto-relevo, sem entender do seu significado místico. Não imaginava também que, anos depois, com os castanhos quase todos desbotados em grisalhos, eu veria aí igualmente um símbolo natural, dentro do qual eu poria o meu pai.Sim, descontando a infinita diferença entre Jesus Cristo e o meu pai, temos a considerar que ele tirou de si tudo o que pôde, até consumir-se. Porque queria ver os filhos bem sucedidos, felizes, altivos, orgulhosos. Se ele tinha vocação para assumir o papel de um novo Cristo, alter Christus, é preciso ter em vista as suas virtudes, as duas maiores: a da bondade e a da paciência, pois aplicou-as franciscanamente, numa demonstração de entrega e acrisolado amor paternal.
Em 1964, Jair, o seu penúltimo filho, foi baleado; encontrava-me em casa, ouvi o estampido e saí correndo. Na rua deparei-me com o papai já com o filho estendido nos braços. O seu rosto era de aflição, de confusão, de desespero. Não sabia o que fazer com o garoto banhado de sangue. O seu coração procurava em acelerado bombear o sangue para a cabeça, de onde deveria sair a solução para essa tragédia. Os músculos tesos, os vincos da face mais profundos, a voz embargada. Era ele a própria figura do pai que tirava o filho dos escombros de um terremoto, a vida se acabava ali se o filho não sobrevivesse. Enfim, veio o socorro, e a cura meses depois. No calendário da vida, estava marcado: aquele pai sofreria algum tempo depois ao pé do leito daquele mesmo filho, vendo-o despedir-se do mundo, tão jovem.

Transcorria assim a difícil caminhada desse homem, que escolhera viver para os seus, mais do que para si. Sete filhos agora compunham a sua vinha. Tinha-se que adubar, regar, afastar a erva daninha, para colher os bons frutos quando as próprias forças estivessem rareando. O vinho que daí resultasse, sorveria nas bodas de uma velhice feliz, junto com aquela com a qual dividira as emoções de uma vida laboriosa e repleta de bênçãos celestiais. Era aguardar, “Deus pode ser que tarde, mas não falta”.
Na década imediata emigrou a única filha, para sempre. Foi um relâmpago que cortou o seu céu, numa noite tempestuosa. Os olhos não mais verteram lágrimas, apenas se arregalaram, assustados, como a procurar luz no breu da noite. Olharam para os sobreviventes, balbuciando: “Meus filhos, meu tesouro”. O coração sangrara, num bater pungente... A voz embargara e os lábios secos não lhe permitiram pronunciasse qualquer lamento. Para consolo, a meia dúzia de apóstolos seguia fielmente os seus passos, imitando-o, repetindo as suas palavras, os seus ensinamentos, não havia temer o futuro, ali estava a base, o seu sustentáculo, o vinho curtido com amor.
[1] Nessa época ainda se “ouvia” missa, só muito depois é que a Igreja adotou o termo “participar” da missa.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Amor à família se estende aos netinhos
O Sr. Batista sempre levava primazia pela família em tudo. Por isso, ele amava muito seus filhos e netos. Ao lado, a foto de André, filho da Gracinha, quando muito criança. Na outra foto, o mesmo André, já grandinho, Bárbara nos braços do avô, e Taciana na frente. Transcrevemos abaixo uma poesia que ele fez homenageando o nascimento de um seus netos, Kaio Lincoln, filho do Toinho, que hoje reside em Vanderlei, na Bahia.Historinha de Kaio Lincoln quando nasceu
Longos meses eu passei
Num apartamento sozinho
Não chorei, nem falei
Num cantinho, quetinho
Tudo era silêncio
Como se pode imaginar
Não tinha nenhuma convivência
Naquela sala de estar
Em tudo Deus impõe
Durante o dia a dia
Eu era bem cuidado
Com amor e com carinho
Nada me faltava
Naquele bendito ninho
Afinal chegou a hora
De uma feliz noitjnha
De conhecer agora
O papai e a mãezinha
Quando ecologia e religião podem estar juntos
Assista ao documentário dos Arautos do Evangelho mostrando o excelente trabalho que estão fazendo na Serra da Cantareira, em São Paulo, com reflorestamento intenso de plantas nativas numa área onde aquela entidade religiosa construiu seu seminário, colégio, faculdade e igreja. É muito importante o depoimento de algumas autoridades que atestam e confirmam a grandeza deste trabalho ecológico. O lema agora não é só "ora et labora" (herdado de São Bento), mas "ora, labora e replanta..."
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Homenagem póstuma de um filho (IV)
Com a esposa
Como esposo, fazia parte do que chamamos casal perfeito. Mas, “casal perfeito”? parece-me casal imperfeito. Explico-me: “cheira” a binômio malformado. A razão é simples: não existe casal perfeito. Mas... pensando melhor, a perfeição do casal está justamente na sua imperfeição, quero dizer, na sua malformação. Ora, para não me tornar confuso, insisto: malformação deve ser entendida aqui como par constituído de pessoas de personalidades desiguais, que, por isso, pela desigualdade, se completam, produzem uma terceira entidade. Papai e mamãe sempre me pareceram esse tipo, esse conjunto, que, no desconjunto, se conjuntavam.
Vamos delinear os traços do casal, depois, verificar quais os estragos que a falta de um faz no sobrevivente.
Estamos no ano de 1937. Era presidente do Brasil Getúlio Vargas, que a 10 de novembro, cinco dias antes de papai completar os seus 26 anos, dá o golpe de estado, instituindo o Estado Novo. Lampião fazia as suas arruaças pelas cidades interioranas, sangrando sem dó a quem se opunha às suas façanhas. Governava o nosso Ceará Francisco de Menezes Pimentel e o Rio Grande do Norte Rafael Fernandes Gurjão. Nesse importante ano, Noel Rosa, autor de Pastorinhas, 1934, e Último Desejo, 1937, deixa para sempre este mundo velho. Na Espanha a guerra civil entrava no seu segundo ano, e, na Alemanha, o nazismo se preparava para dar o seu golpe, desencadeando, como o fez, a mais terrível de todas as guerras mundiais. Ainda nesse ano, no dia 17 de janeiro, domingo, na matriz de Nossa Senhora da Conceição, da freguesia de Portalegre, do Rio Grande do Norte, o padre Francisco Scholz, após a sua sesta costumeira, se preparava para oficiar um casamento. O sol parecia encoberto pelas nuvens, o vento bramia no interior da igreja, quebrando o silêncio daquele início de tarde, na rua não se via viv'alma. O vigário apressou-se a atravessar a praça, pois naquele instante chegava um magote de gente montada, e, pelo jeito, era para o casamento.
Papai ajudou a mamãe a descer do cavalo e conduziu-a até o altar. Na cerimônia, o padre, vermelhão e carrancudo, não estranhou que o noivo não tivesse a sua própria aliança, mas, saídos da igreja, os amigos não perdoaram.
“—Mas Batista, como é que tu casa só com uma aliança?”
Depois veio o casamento,
Sem pompas nem mordomias.
Mas tudo aconteceu
Do jeito que a gente queria
E com as bênçãos de Deus
Tudo tornou-se alegria!
Portalegre parece que era o típico lugar feito para selar esse casamento, pois tinha sido fundada sob a invocação de São João Batista, o seu ínclito patrono, e de Nossa Senhora da Conceição, de quem ele se declararia, algum tempo depois, devotíssimo, principalmente depois da orfandade materna, em cuja devoção encontrara o consolo espiritual.
Na sua dor, papai amargou uma ponta de arrependimento, não porque se sentisse culpado, que na verdade não o era. É que de alguma forma o seu agir, a sua reação, o modo como tratou aquele anjo que viera lhe pedir guarida, “Ah, que tristeza”, teria pensado, “Os meus desvelos... não teriam poupado essa criança?”, o seu arrebatamento não teria piorado o seu estado de tensão? Anos depois daria conselhos a um filho de como se deve tratar com uma esposa grávida, num palavreado carregado de reminiscências daquele fatídico acontecimento.
O tempo passou. Deus dera-lhes três varões famintos. A carga agora estava pesada, os grãos da lavoura mais raros e a lagarta mais voraz, carecia de novo lar para a sua princesa. Contra a vontade do sogro, decidiu-se: montaram nos animais e partiram para a cidade grande. Viagem dura, e, não obstante carregar o recém-nascido no colo, mamãe pouco sofreu, porque o diletíssimo esposo, homem forte, brigador com a própria natureza, velou sob o sol, ficou insone sob a lua. Queria admirá-la viçosa, bela, os olhos azuis, o sorriso nos lábios, queria-a feliz, para com ela construir a prole numerosa que sempre sonhou e, ao final, esperar pela realização daquela triste sentença dita pelo padre Francisco: “Até que a morte os separe”. Era agosto de 43. O primogênito, que também seguia junto, contava cinco anos de idade. Papai levava-o, muitas vezes chorando com sede, calor, noites maldormidas... e ainda tinha que cuidar do filho de um mês, da esposa e da equipagem. Pedro acompanhava. Era irmão mais velho, forte, sadio, ajudou no que pôde. Mas, diz o dito: Quem pariu Mateus, que o balance, e papai, muito consciente disto, como mais tarde escreveu se recordando, encarnou – sem olvidar as devidas proporções – o próprio pai de Jesus nos carinhos e dedicação com a família.
Enfim, a Canaã. Os olhos inundados daquele líquido tão ausente na terra que ficara para trás pressagiavam a felicidade que estava por vir, os dias de bonança, a alegria de ver a mesa rodeada dos filhos, bem alimentados e alegres. As dificuldades viriam; entanto, os dois, avezados à dura liça do campo, encararam a mudança como um prêmio do Céu. Meteram mãos à obra e construíram este mundo, rico legado que ao partirem deixarão para os descendentes. Não um mundo de bens materiais, de posses, de riquezas, mas um mundo moral, de realizações espirituais, de regras de bem viver, de amor ao próximo, e, assente sobre os demais, de profundo amor a Deus.
Ela está só, pois morreu sua sempre-viva. – Morreu? Pergunto-lhe. Ela me olha, com um olhar que não me vê, e busca no passado remoto reaver a figura da mulher mais feliz do mundo. E vê perpassarem todas as cenas felizes da sua vida, qual em êxtase, retratando nas mudanças fisionômicas os sentimentos atuais. Os olhos embebidos de lágrimas, por fim, ela responde: -- Não, a sempre-viva não morre.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
CANTOS GREGORIANOS EM SEU COMPUTADOR
Assista aos vídeos com cantos eucarísticos gregorianos, comentados pelo Presidente Geral dos Arautos do Evangelho, padre João Clá S. Dias.
Ah, que saudades dos tempos da música gregoriana nas igrejas
Vejam que beleza de comentários, feitos pelo Pe. João Clá, Presidente Geral dos Arautos dos Evangelho, sobre o canto eucarístico em gregoriano.

